Por mais desavença, mais Florença.. eu vou voltar!
Te amo pra nunca mais deixar. Te amo e coisas que não sei se vão mudar.
Mas amo mais que o mundo, mais que a flor, mais que o amor, mais... que amo.. é mais amor.
"Meu amor eu, vou partir
De novo e sempre, feito viciada
Eu vou voltar
Pode ser
Que a nossa história
Seja mais uma quimera
E pode o nosso teto, a Lapa, o Rio desabar
Pode ser
Que passe o nosso tempo
Como qualquer primavera
Espera
Me espera
Eu vou voltar "
Uma musicalidade melhor ainda.
Espero que gostem.
Músicas: Gotta Knock a Little Harder (da compositora: Yoko Kanno) - Cowboy Bebop (O filme)
We always need "gotta knock a little harder".
.. e tudo fica melhor no final!
É incrível como o ser humano tem a capacidade de mudar sua vida inteira por causa de um sorriso.
As flores parecem mais coloridas quando se resolvem os problemas. Ou ao menos você tem um pouco de felicidade para continuar o caminho de novo depois de tropeçar, cair e se machucar.
Meu poema ao meu soberano,
é meu chico brasileiro.
Fã do samba e do pandeiro,
chico é meu,
chico é do povo.
Leio e Escuto sobre Chico
Leio e escuto sobre Chico.
Vejo as fotos e me apaixono.
Nunca percebia algo tão rico.
Sem Holanda, Chico, eu fico!
Porque eu não lhe telefono?
Andarilho, ele pensa assim.
Visionário, ele é assim.
Conturbado, ele foi assim.
Libertário, condenado assim.
Queria eu...
Pensar como tal escreve
Escrever como tal pensa
Cantar como tal toca
Tocar como tal encanta.
Buarque de Holanda.
Do Chico menino,
No garoto franzino.
No homem bem feito.
Em sorriso perfeito.
De força estranha.
Chico que me ganha.
Em criatividade solta.
De dádiva que não é pouca.
Chico, Chiquinho, Buarque, Holanda.
Francisco, Buarque. Chico me encanta.
Descubro seus dotes
Em século errado.
Em década atrasada.
De crise sofisticada
De frontes vazias
De queixo mexido
De só fantasias
E as poesias, querido?
Vou-me, e me deixo agora.
Não te acho Chico, nem te procuro.
Ao contrário, deixo-te fora.
Pois agora, fora, é bem mais escuro.
Por Morgana D'Almeida Ribeiro
ou seja.. Moi.
A mais ou menos um ano atrás, eu conheci algo que mudou completamente a minha vida:
•INTERPOL• [minha banda favorita]
Nessa banda tocava, um Zé chamado Carlos Dengler.. Ele é Deus pra mim. Esse tal baixista foi a minha inspiração desde o dia que toquei no meu primeiro baixo, até hoje.
E nisso, nesse troca troca de carinho entre a música, o baixo e eu, eis que apareceu na minha vida a...
•HIMEN• [minha banda atual]
Uma banda só de mulheres com um estilo alternativo,
com influências como:
• Queens of Stone Age,
• Interpol [claro ;D],
• Nirvana, etc...
que está completando seu 1 aninho.
Estou postando uma música nossa.
Espero que, vocês meninas, adorem!
(Porque é para vocês! huhu!) .
Música: Gothic Lolita
Banda: Himen [itajaí / sc]
Members:
• Ruca [vocal]
• Morgana [bass/back vocal]
• Mery [drums]
Website: myspace.com/himenband
Lyric:
Gothic Lolita
HIMEN
Does she go down on you in a innocent face?
Does she beat your lips and tell you in your ear,
That everything is okay? Oh yeah!
Oh! She is so bad,
But she is so sweet
Than you forget,
That she's a kid!
She is so good in what she does!
Than she tells you're her only one!
She is so good in what she does!
That she makes you see stars in a blue sky!
Oh! She is so bad,
But she is so sweet
Than you forget,
That she's a kid!
Her women mouth
That kiss you all
Her women breath
And you may that
Her angel face
Put her in grace
Her devil soul...
That you love so much... and you can't let her GO!!
Acordo eu, sem muita coisa o que fazer e vou trabalhar...
Ok, o dia trasncorre com a maior tranquilidade. Até minha melhor amiga entrar porta a dentro no meu serviço e me chamar para que fossemos as duas comprar nossos piercings. Até ai, colocaríamos só na sexta feira com uma amiga nossa. Achamos as jóias que queríamos só em um estúdio de tatuagens, chegando lá.. uma olhando pra cara da outra e vendo o dinheiro..
- Vamos agora?
- É.. VAMOS!...
Vou te contar, eu tenho três tatuagens, e farei mais. E quem diz que piercing dói menos que tatuagem, hoje, eu quebro a cara se falar isso perto de mim! U_Ú~
Eu me deito na cadeira e tiro a blusa! Nossa... dueu... dueu... dueu... e nos dois seios de uma vez só!
Ai... estão doendo.. mas...
Estão lindo! ;*
ps: Eu até mostraria né... mas sabe, vocês teriam de fazer uma conta no Suicide Girls primeiro xP~
Não sei exatamente se vou usar esse espaço para algo construtivo.. rs
Mas me pareceu um ótimo espaço para um blog.
O primeiro post ficará vago para aqueles que nunca souberam o que é, ou veio a ser a Terra Sem-Nome. ]
Porém aqueles poucos Vanires, que como eu, lembra-se do que foi escrito na história Terra Sem-Nome, espero ser uma leitura agradável e tão nostálgica como foi apra mim.
Então dedico esse suspiro poético à memória de nossa história. Pois até hoje não há quem me faça crer que ela nasceu de mim. Seja quem me sorpou aquela história no ouvido, obrigada.
- Ode a Terra-Sem Nome.
E eu me perdia nos reluzentes potos de luz, que o sol altivo, fazia tilintar no verde da árvore florida do outro lado da rua. Eu, em meu infinito ócio "trabalhador" de todas as tardes da semana, pendia minha cabeça apoiada com o queixo na palma da mão, com as pernas cruzadas, sentada na cadeira de plástico, talvez a mais anatômica que eu já conhecera. O dia estava "bonito" como dizem. Além da brisa que balançava a árvore, na frente da grande porta de vidro dupla da loja que trabalhava, ainda tinha aquele clima de primavera tardia, que enchia tudo com um pouquinho de cor a mais. Coisa que eu sorria divertida ao lembrar, que um conhecido meu odiava: cores da primavera. Cores sempre foram o sinônimo de vida, esse colorido que parecia soltar um odor de felicidade. Lembro-me, que ele admirava isso, mas ao mesmo tempo o incomodava. Lembro-me várias vezes de em conversas nossas, ele dizendo estar esperançosamente esperando o beijo da delicada morena de pele de neve tirar-lhe da Vida, que era a outra dama de pele branca, porém loira como o sol. Essas nossas metáforas quanto a Vida e a Morte, as moças dos sentimentos, como a Esperança, a ruivinha sapeca e perigosa, me divertiam muito. Nostálgica, fiquei ali, com a mão sustentando o rosto, pensando nessas que muitas vezes foram ótimas inspirações para contos e poesias.
E não demorei a lembrar-me com carinho e igual pesar, da história das histórias, da obra-prima, que não sei onde nasceu. Calisto me deu o ar de sua graça... E isso foi uma vez, não mais que isso, em toda minha vida.
Pois uma vez em terras desconhecidas, extramente "conhecidas", lembrei-me de toda a felicidade e desespero que um dia passamos. Da casa de madeira rústica, das crianças brincando na rua, do rosto familiar na colina, do caminho dos elfos, da dama do castelo, da prisão... Lembro-me de um todo, de um tudo, de tudo um pouco daquilo. Da minha história sem fim, da minha Terra Sem-Nome, do passado que se perdeu nas páginas amareladas, que quem viu, guarda na memória até hoje... Ou não. Sinto a mão trêmula ao lembrar desse enorme conto de vida real-fantasia, que nunca teve o seu ponto final, que em algum lugar na jornada se perdeu. E o fogo da inspiração que se elevou naquele dia, se foi, e continuou queimando sem mim. Sem nome, sem fim.
Me pego perdida ainda nos pontos reluzentes de luz que o sol teima a tilintar no verde daquela árvore a frente, onde, antes, muito antes, aquele rosto familiar me disse "Olá"...
Saudades, nossa Terra-Sem nome.
Que descanses em paz nas páginas amareladas de nossas lembranças, no nosso mundo das Histórias Sem-Fim.
Enfim.
"(...)Enquanto as cortinas da janela, voltam a balançar."